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Apoio Técnico Trabalhista para Escritórios Contábeis
Redução de Riscos Trabalhistas com Apoio Estratégico para Empresas e Escritórios Contábeis
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Recusa de advertência: quando o empregado não assina e a empresa perde a força do próprio histórico disciplinar
A recusa não invalida a advertência, mas pode expor que ela já nasceu fraca A situação é recorrente na rotina trabalhista. A empresa decide aplicar uma advertência, o empregado lê o documento, discorda do conteúdo e se recusa a assinar. A liderança interpreta a recusa como afronta à autoridade, o cliente pressiona por uma solução imediata e o Departamento Pessoal ou o escritório de contabilidade é chamado para “resolver” o problema. A pergunta costuma surgir sempre da mesma f
Henrique Giffoni
12 de ago.11 min de leitura


Atestado médico: quando a empresa pode questionar, quando deve aceitar e onde o risco realmente começa
O atestado não é absoluto, mas também não pode ser tratado como opcional Poucos temas geram tanta tensão na rotina trabalhista quanto o atestado médico. O cliente questiona, a liderança desconfia, o gestor reclama da escala, o Departamento Pessoal precisa decidir como tratar a ausência e a contabilidade, muitas vezes, recebe a informação apenas no momento de fechar a folha. O erro mais comum é tratar o atestado de forma simplificada: ou como um documento intocável, que deve s
Henrique Giffoni
12 de ago.12 min de leitura


Funcionário faltando: como a empresa constrói um caso perdido desde a primeira ausência
O problema não aparece quando o empregado falta, mas quando a empresa decide agir Toda história começa de forma aparentemente simples: O empregado falta um dia. Depois falta novamente. Em seguida, passa a chegar atrasado, apresenta justificativas pouco claras, compromete a escala, sobrecarrega colegas e gera incômodo na liderança. Durante algum tempo, a situação é tratada como um problema operacional. O gestor reclama, a equipe comenta, o Departamento Pessoal recebe informaçõ
Henrique Giffoni
12 de ago.11 min de leitura


Uso de celular no trabalho: como a empresa perde o controle da regra e tenta resolver com justa causa
O problema nunca começa no celular Quando o cliente chega ao Departamento Pessoal ou à contabilidade reclamando do uso de celular, a narrativa normalmente já vem carregada de irritação. O empregado “não larga o telefone”, “vive no WhatsApp”, “fica distraído”, “não rende”, “prejudica a equipe” ou “usa o celular mesmo depois de orientado”. A conclusão costuma vir logo em seguida: não dá mais, é caso de justa causa. O ponto que quase nunca é dito é justamente o mais importante:
Henrique Giffoni
12 de ago.11 min de leitura


Insubordinação: quando o conflito com o empregado parece grave, mas a justa causa não se sustenta
O problema raramente está apenas na reação do empregado A situação é comum na rotina de Departamento Pessoal e escritórios de contabilidade. O cliente relata que o empregado se recusou a cumprir uma ordem, respondeu de forma inadequada, questionou a liderança ou criou um conflito direto com o superior hierárquico. A leitura interna costuma ser imediata: houve insubordinação, a autoridade foi desrespeitada e a continuidade do contrato se tornou inviável. Muitas vezes, a demand
Henrique Giffoni
12 de ago.11 min de leitura


Faltas e desídia: o erro invisível que faz a empresa perder a justa causa antes mesmo de decidir demitir
O problema não é apenas o funcionário que falta, mas o histórico que a empresa não constrói Existe uma cena que se repete com frequência na rotina de Departamento Pessoal e escritórios de contabilidade. O cliente entra em contato irritado, relata que o empregado falta toda semana, chega atrasado, não entrega o que deveria, prejudica a equipe, não demonstra comprometimento e já passou dos limites. A conclusão vem rápida, muitas vezes acompanhada de aparente certeza: “isso é de
Henrique Giffoni
12 de ago.12 min de leitura


Justa causa na prática: quando o cliente pede para demitir e o risco acaba recaindo sobre profissionais de Departamento Pessoal e contabilidade
O cenário é quase sempre o mesmo Em algum momento, o cliente vai trazer uma situação que, para ele, já está resolvida. O empregado faltou reiteradamente, gerou conflito interno, respondeu de forma inadequada, descumpriu uma ordem, teve baixo desempenho, criou desgaste com a equipe ou passou a adotar um comportamento que, na percepção da empresa, inviabiliza a continuidade do contrato. A decisão, muitas vezes, já foi tomada antes mesmo da análise técnica. O pedido chega de for
Henrique Giffoni
12 de ago.10 min de leitura


Demissão por justa causa: quando a empresa acha que pode aplicar e por que isso costuma dar errado
O risco não está apenas na decisão de aplicar, mas na capacidade de sustentar A demissão por justa causa costuma ser percebida como uma reação direta a uma conduta grave do empregado. Diante de um comportamento que compromete a confiança necessária à continuidade do contrato, a empresa entende que a medida é adequada, proporcional e, muitas vezes, inevitável. O problema começa exatamente nesse ponto. A decisão interna de aplicar a justa causa não é, por si só, o elemento mais
Henrique Giffoni
12 de ago.11 min de leitura
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