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Giffoni Consultoria Trabalhista
Apoio Técnico Trabalhista para Escritórios Contábeis
Redução de Riscos Trabalhistas com Apoio Estratégico para Empresas e Escritórios Contábeis
Pareceres técnicos, orientação preventiva e suporte especializado para decisões seguras no Departamento Pessoal e no RH.

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Intervalo intrajornada: o que a lei exige e por que esse é um dos maiores riscos trabalhistas
Por que esse tema exige atenção O intervalo intrajornada costuma ser tratado como um detalhe operacional da jornada de trabalho. Em muitas empresas, a preocupação principal está no horário de entrada e saída, no controle de horas extras, no banco de horas e no fechamento da folha. O período destinado a repouso e alimentação acaba sendo visto como uma pausa natural da rotina, cuja regularidade se presume pelo simples fato de constar no sistema de ponto. Essa percepção é perigo
Henrique Giffoni
13 de ago.9 min de leitura


Jornada externa e cargo de confiança: quando o controle de jornada pode ser afastado e onde está o risco
Por que esse tema exige atenção A possibilidade de afastar o controle de jornada costuma ser vista por muitas empresas como uma solução natural para determinadas funções. Empregados que trabalham fora do estabelecimento, supervisores, coordenadores, gerentes, líderes de equipe, profissionais em home office ou empregados com maior autonomia operacional são, muitas vezes, classificados como não sujeitos a controle de jornada sem uma análise mais cuidadosa dos requisitos legais.
Henrique Giffoni
13 de ago.11 min de leitura


Controle de jornada: quem precisa fazer e por que isso ainda gera tantas condenações
Por que esse tema exige atenção O controle de jornada é um dos pilares da gestão trabalhista e, ao mesmo tempo, uma das principais fontes de condenações na Justiça do Trabalho. O tema não costuma gerar passivo por falta absoluta de regra, mas pela dificuldade de transformar a regra em prática consistente dentro da rotina das empresas. Em teoria, o fluxo parece simples: a empresa registra a jornada, apura excessos, controla intervalos, administra compensações e realiza os paga
Henrique Giffoni
13 de ago.10 min de leitura


Banco de horas: quando é válido e onde as empresas mais erram na prática
Por que esse tema exige atenção O banco de horas é um dos instrumentos mais utilizados pelas empresas para administrar variações de jornada sem recorrer, de forma imediata, ao pagamento de horas extras. Em tese, a lógica parece simples: o empregado trabalha além da jornada em determinados dias, acumula saldo positivo e, posteriormente, compensa essas horas com folgas, saídas antecipadas ou redução de jornada em outros momentos. Na prática, porém, o banco de horas é uma das ma
Henrique Giffoni
13 de ago.11 min de leitura


Horas extras: quando são devidas e por que erros no controle geram passivo trabalhista
Por que esse tema exige atenção Horas extras estão entre as principais fontes de passivo trabalhista nas empresas. Não porque a regra seja, em si, difícil de compreender, mas porque a rotina real da operação raramente se encaixa de forma perfeita na jornada contratual registrada em documentos, sistemas e políticas internas. Em teoria, o raciocínio parece simples: existe uma jornada pactuada, existem limites legais e convencionais, e o trabalho realizado além desses limites de
Henrique Giffoni
13 de ago.10 min de leitura


Férias durante afastamento: o que acontece e onde estão os principais erros
Por que esse tema exige atenção A relação entre férias e afastamentos do trabalho é uma das áreas em que mais surgem dúvidas na rotina do Departamento Pessoal e da contabilidade. Isso acontece porque o contrato de trabalho nem sempre segue uma linha contínua e simples. Ao longo do vínculo, podem ocorrer atestados médicos, licenças, afastamentos previdenciários, licença-maternidade, acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, retornos ao trabalho e períodos de suspensão ou in
Henrique Giffoni
13 de ago.9 min de leitura


Fracionamento de férias: o que mudou e como aplicar sem gerar passivo
Por que esse tema exige atenção O fracionamento de férias passou a ocupar espaço relevante na rotina das empresas após a Reforma Trabalhista. Antes tratado de forma mais restrita, o parcelamento do período de descanso passou a ser uma alternativa mais utilizada pelo Departamento Pessoal, pela contabilidade e pela gestão operacional, especialmente em empresas que precisam conciliar ausência de empregados, escala de trabalho, projetos, sazonalidade e continuidade das atividades
Henrique Giffoni
13 de ago.8 min de leitura


Venda de férias: quando o abono pecuniário é permitido e onde surgem os riscos
Por que esse tema exige atenção A chamada “venda de férias” é uma prática bastante conhecida na rotina das empresas, mas justamente por isso costuma ser tratada com excesso de naturalidade. Em muitos casos, o abono pecuniário é visto como um ajuste simples entre empresa e empregado: o trabalhador recebe um valor maior naquele mês, a empresa reduz o período de afastamento e a operação sofre menos impacto com a ausência. Essa leitura, embora comum, simplifica demais um institut
Henrique Giffoni
13 de ago.9 min de leitura


Prazo para pagamento de férias: o que a lei exige e onde as empresas mais falhamPor que esse tema exige atenção
O pagamento das férias, assim como sua concessão, costuma ser tratado como uma etapa operacional dentro do fluxo da folha de pagamento. Na rotina do Departamento Pessoal, é comum que a empresa programe o período de descanso, calcule os valores, gere recibos, organize substituições internas e ajuste o pagamento conforme o calendário financeiro da empresa. Essa condução é compreensível do ponto de vista administrativo, mas pode esconder um risco relevante: o prazo legal para pa
Henrique Giffoni
13 de ago.9 min de leitura


Férias vencidas e proporcionais: quando a empresa erra e como isso gera risco trabalhista
Por que esse tema exige atenção A concessão de férias costuma ser tratada como uma rotina administrativa previsível dentro das empresas. Em muitos casos, o Departamento Pessoal acompanha o calendário, organiza solicitações, calcula valores, emite recibos e ajusta a operação para permitir o afastamento do empregado. À primeira vista, parece uma obrigação simples, quase automática, vinculada apenas ao controle de datas e ao planejamento interno. Na prática, porém, as férias esc
Henrique Giffoni
13 de ago.9 min de leitura


Recusa de advertência: quando o empregado não assina e a empresa perde a força do próprio histórico disciplinar
A recusa não invalida a advertência, mas pode expor que ela já nasceu fraca A situação é recorrente na rotina trabalhista. A empresa decide aplicar uma advertência, o empregado lê o documento, discorda do conteúdo e se recusa a assinar. A liderança interpreta a recusa como afronta à autoridade, o cliente pressiona por uma solução imediata e o Departamento Pessoal ou o escritório de contabilidade é chamado para “resolver” o problema. A pergunta costuma surgir sempre da mesma f
Henrique Giffoni
12 de ago.11 min de leitura


Atestado médico: quando a empresa pode questionar, quando deve aceitar e onde o risco realmente começa
O atestado não é absoluto, mas também não pode ser tratado como opcional Poucos temas geram tanta tensão na rotina trabalhista quanto o atestado médico. O cliente questiona, a liderança desconfia, o gestor reclama da escala, o Departamento Pessoal precisa decidir como tratar a ausência e a contabilidade, muitas vezes, recebe a informação apenas no momento de fechar a folha. O erro mais comum é tratar o atestado de forma simplificada: ou como um documento intocável, que deve s
Henrique Giffoni
12 de ago.12 min de leitura


Funcionário faltando: como a empresa constrói um caso perdido desde a primeira ausência
O problema não aparece quando o empregado falta, mas quando a empresa decide agir Toda história começa de forma aparentemente simples: O empregado falta um dia. Depois falta novamente. Em seguida, passa a chegar atrasado, apresenta justificativas pouco claras, compromete a escala, sobrecarrega colegas e gera incômodo na liderança. Durante algum tempo, a situação é tratada como um problema operacional. O gestor reclama, a equipe comenta, o Departamento Pessoal recebe informaçõ
Henrique Giffoni
12 de ago.11 min de leitura


Uso de celular no trabalho: como a empresa perde o controle da regra e tenta resolver com justa causa
O problema nunca começa no celular Quando o cliente chega ao Departamento Pessoal ou à contabilidade reclamando do uso de celular, a narrativa normalmente já vem carregada de irritação. O empregado “não larga o telefone”, “vive no WhatsApp”, “fica distraído”, “não rende”, “prejudica a equipe” ou “usa o celular mesmo depois de orientado”. A conclusão costuma vir logo em seguida: não dá mais, é caso de justa causa. O ponto que quase nunca é dito é justamente o mais importante:
Henrique Giffoni
12 de ago.11 min de leitura


Insubordinação: quando o conflito com o empregado parece grave, mas a justa causa não se sustenta
O problema raramente está apenas na reação do empregado A situação é comum na rotina de Departamento Pessoal e escritórios de contabilidade. O cliente relata que o empregado se recusou a cumprir uma ordem, respondeu de forma inadequada, questionou a liderança ou criou um conflito direto com o superior hierárquico. A leitura interna costuma ser imediata: houve insubordinação, a autoridade foi desrespeitada e a continuidade do contrato se tornou inviável. Muitas vezes, a demand
Henrique Giffoni
12 de ago.11 min de leitura


Faltas e desídia: o erro invisível que faz a empresa perder a justa causa antes mesmo de decidir demitir
O problema não é apenas o funcionário que falta, mas o histórico que a empresa não constrói Existe uma cena que se repete com frequência na rotina de Departamento Pessoal e escritórios de contabilidade. O cliente entra em contato irritado, relata que o empregado falta toda semana, chega atrasado, não entrega o que deveria, prejudica a equipe, não demonstra comprometimento e já passou dos limites. A conclusão vem rápida, muitas vezes acompanhada de aparente certeza: “isso é de
Henrique Giffoni
12 de ago.12 min de leitura


Justa causa na prática: quando o cliente pede para demitir e o risco acaba recaindo sobre profissionais de Departamento Pessoal e contabilidade
O cenário é quase sempre o mesmo Em algum momento, o cliente vai trazer uma situação que, para ele, já está resolvida. O empregado faltou reiteradamente, gerou conflito interno, respondeu de forma inadequada, descumpriu uma ordem, teve baixo desempenho, criou desgaste com a equipe ou passou a adotar um comportamento que, na percepção da empresa, inviabiliza a continuidade do contrato. A decisão, muitas vezes, já foi tomada antes mesmo da análise técnica. O pedido chega de for
Henrique Giffoni
12 de ago.10 min de leitura


Demissão por justa causa: quando a empresa acha que pode aplicar e por que isso costuma dar errado
O risco não está apenas na decisão de aplicar, mas na capacidade de sustentar A demissão por justa causa costuma ser percebida como uma reação direta a uma conduta grave do empregado. Diante de um comportamento que compromete a confiança necessária à continuidade do contrato, a empresa entende que a medida é adequada, proporcional e, muitas vezes, inevitável. O problema começa exatamente nesse ponto. A decisão interna de aplicar a justa causa não é, por si só, o elemento mais
Henrique Giffoni
12 de ago.11 min de leitura


Rescisão indireta: quando a empresa cria a própria demissão sem perceber
O problema não começa no pedido do empregado A rescisão indireta costuma ser tratada como uma reação do empregado a uma falta grave do empregador. Do ponto de vista jurídico, essa leitura está correta: a legislação permite que o trabalhador considere rescindido o contrato quando a empresa pratica condutas que tornam inviável a continuidade da relação de emprego. Na prática, porém, a ruptura raramente nasce no momento em que o empregado formaliza o pedido. Ela começa antes, mu
Henrique Giffoni
10 de ago.10 min de leitura


Rescisão por acordo: o erro silencioso que transforma economia imediata em passivo trabalhista
O acordo raramente nasce de uma negociação equilibrada A rescisão por acordo costuma ser apresentada como uma solução moderna, prática e equilibrada para encerrar o contrato de trabalho. Em tese, empregado e empregador chegam a uma decisão comum: ambos desejam pôr fim à relação, aceitam os efeitos econômicos próprios dessa modalidade e formalizam o encerramento do vínculo com menor custo para a empresa e acesso parcial do empregado ao FGTS. Na prática, porém, o cenário nem se
Henrique Giffoni
10 de ago.11 min de leitura
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